A jovem Lorraine Cutier Bauer Romeiro, 19 anos, foi presa pela Polícia Civil nesta quinta-feira (22/07), em Barueri, região metropolitana de São Paulo. Ela lucrava cerca de R$ 6 mil por dia vendendo drogas em uma barraca montada na Cracolândia, centro da capital, onde ficou conhecida como a “Gatinha da Cracolândia” e “Princesa do Crime”. As informações são do Blog do Datena.
Lorraine foi presa durante a Operação Carontes, em ação que tinha como alvos outros traficantes ligados à facção criminosa PCC. Também foram capturados Hugo Eduardo Tierri, Renata Moura Soares e “Dona Paula”.
Segundo informações apurada pela Imprensa, a influenciadora digital de classe média (que tinha mais de 35 mil seguidores nas redes sociais) ingressou no crime por meio do namorado, o também traficante André Luiz dos Santos Almeida.
A jovem teria se aproximado dele após a perda do pai, o empresário Ricardo Cutier Bauer Romeiro, que atuava no ramo imobiliário em Alphaville, área nobre de São Paulo. Ele foi morto com um tiro na cabeça durante latrocínio em 2014. Desde então, familiares e conhecidos a definem como uma “adolescente problemática”.
Ao lado de André Almeida, Lorraine montou uma barraca em um ponto “concorrido” da Cracolândia, região de domínio do PCC, e passou a ser uma das traficantes que mais vendia por ali. Depois da prisão do companheiro, assumiu a administração do crime.
PRISÃO
No local da prisão de “Lo Bauer” foram encontrados 400 porções de crack, cocaína, maconha e ecstasy, além de 100 frascos de lança-perfume.
Ao ser encontrada, ela confessou os crimes e indicou mais porções de droga que estavam em um hotel abandonado usado por dependentes químicos no “quartel-general do tráfico”. Em diligência, os policiais acharam mais 85 porções de maconha, 295 de cocaína e 8 de crack.
A Gatinha da Cracolândia havia sido presa antes, na 1ª fase da operação Carontes, mas foi mantida em prisão domiciliar pela Justiça por causa da filha, que havia acabado de nascer, e por ser ré primária. Em vez de se dedicar á filha, porém, voltou a coordenar o tráfico.
A operação corria há seis meses com policiais infiltrados, disfarçados de dependentes químicos, que conseguiram mapear alguns criminosos. Durante a investigação, foi estimado que, em um ano, as quadrilhas que atuam na região lucram, juntas, em torno de R$ 200 milhões.
CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA






