Com apoio da Prefeitura de Vila Pavão, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, implantou a Comissão de Direito à Diversidade Sexual e Identidade de Gênero.
A Comissão será composta pela sociedade civil e órgãos públicos e tem como intuito intensificar os debates sobre a diversidade sexual no município, visando trazer à tona informações sobre os avanços da busca pela igualdade de todos e dos direitos da população LGBTI, protegendo os Direitos da Diversidade Sexual, aí incluída a defesa do reconhecimento jurídico das relações homoafetivas.
Integram a comissão, as servidoras municipais, Glaucia Gomes e Marcela Pezzin Felisberto; a professora Agatha Wutke da Costa, o professor Erivelton Pessin e o vereador Vagno Bento Felicio.
O secretário municipal de Assistência Social, Jorge Kuster Jacob, acrescenta que a comissão está sendo instaurada para fomentar e acompanhar as políticas públicas e promover um debate permanente sobre o direito à diversidade sexual e a identidade de gênero no âmbito do Poder Executivo e Legislativo de Vila Pavão. Para isto será elaborado um cronograma de debates e trabalhos a serem realizados no município.
COMBATE À DISCRIMINAÇÃO
A ideia é a comissão contribuir com a sociedade no sentido de combater com veemência a discriminação sexual e assim juntos com outros setores, toda a discriminação de origem, raça, sexo, cor, idade, entre outras para contribuir na construção de uma sociedade livre, justa e humana, – disse o secretário.
“Essa também é uma orientação do Ministério Público. Vila Pavão pela sua estrutura econômica, social, agrícola e cultural não tem problemas violentos relacionados a discriminação sexual e de Gênero entre outras, mas toda política é bem-vinda. Não queremos uma política assistencialista. Assim como para crianças, jovens, adultos e idosos as políticas devem ter a participação de toda a sociedade, em especial a categoria atingida”, pontuou Jorge.
O secretário frisa que não existem políticas sem a participação dos cidadãos: “São os sujeitos que sentem na carne os problemas e devem procurar os órgãos competentes e fazer valer o respeito, o seu direito. O setor público, as igrejas, e demais setores devem fazer a sua parte. Vivemos no Brasil um radicalismo jamais visto na história com relação a ataques à Constituição Federal e, em especial à Declaração Universal dos Direitos Humanos. Somos um país que tem uma das constituições mais cidadãs do mundo. Elogiada por países do Primeiro Mundo e pela Organização das Nações Unidas/ONU”.
CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA | COM INFORMAÇÕES DA ASCOM PMVP






