
POR LÉO CUNHA*
Acordei no sábado de carnaval e, ao ligar a TV, dei-me conta do desfile da Escola de Samba Camisa Verde e Branco, de São Paulo. A escola homenageou Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza.
Sinceramente, eu sempre acompanho os desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, justamente para me impressionar com as apresentações das comissões de frente das escolas em que o carnavalesco Paulo Barros apresenta, pois ele sempre apronta uma surpresa na Avenida Marques de Sapucaí.
Mas, este ano, o desfile de Sampa chamou minha atenção por homenagear um cantor e compositor que admiro bastante. Quantas vezes me vi cantando Exagerado, Bete Balanço, Pro dia nascer feliz…
Lembro-me tão bem o dia em que Cazuza morreu. Eu estava no arquipélago de Guriri e, por coincidência, vestido uma camiseta com uma foto que tinha Cazuza e a frase “Eu sou mesmo Exagerado” escrita embaixo. Ao entrar numa padaria, a TV anunciou a notícia de que Cazuza tinha falecido. Aquilo me deixou muito triste, pois calava-se a voz do cantor de Exagerado.
Três décadas depois de sua morte, Cazuza ainda vive na lembrança de uma foto estampada numa camiseta de um fã de rock, até mesmo o samba se rendeu ao cantor de Codinome beija-flor.
*LÉO CUNHA é morador de São Mateus-ES.
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