Depois de reportagem do CENSURA ZERO, Daniel recua e confirma Ceim do Porto no antigo ‘Castelinho’

NOVA DECISÃO DO PREFEITO FOI TOMADA PORQUE A COMUNIDADE DO PORTO SE MOBILIZOU. UM GRUPO DE MÃES COBROU EXPLICAÇÕES SOBRE A ALTERAÇÃO UNILATERAL DA SEDE PROVISÓRIA DA CRECHE PARA CASARÃO DA CULTURA, QUE NÃO TEM CONDIÇÕES PARA RECEBER AS 96 CRIANÇAS

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PMSM/DIVULGAÇÃO - Um grupo de mães de alunos procurou o prefeito Daniel Santana, que admitiu o erro em reunião, que também teve a presença do secretário de Educação, José Adilson Vieira.

Surtiu efeito a mobilização da Comunidade do Porto, com apoio de reportagem do CENSURA ZERO, sobre a decisão unilateral e intempestiva do prefeito Daniel Santana quanto à definição da sede provisória do Centro de Educação Infantil Municipal (Ceim) do Bairro Porto, abrigado em dois casarões do Sítio Histórico que estão condenados pelo Corpo de Bombeiros.

O prefeito desistiu de ordenar a mudança para o casarão que abriga a Secretaria de Cultura, que não ofereceria condições apropriadas para funcionamento de uma escola com 96 crianças, além de educadores e profissionais de apoio.

Reconhecendo o erro, Daniel atendeu ao apelo de mães, pais e dos educadores, confirmando que, após as férias, os alunos terão aulas no prédio da antiga creche Castelinho Encantado, no Centro de São Mateus.

DECEPÇÃO GERAL

Essa medida já havia sido definida pela comunidade escolar em reunião com o secretário municipal de Educação, José Adilson Vieira. Porém, para surpresa e decepção geral, na quinta-feira (11/07), o prefeito alterou a sede provisória, alegando que foi em atendimento a “um grupo de mães”, que não foi identificado em a reunião da Direção e dos pais de alunos, feita na sexta-feira (12/07).

Tão logo souberam da notícia, um grupo de mães procurou o prefeito Daniel Santana reivindicando a permanência da primeira decisão, destacando que “é o melhor para todos os alunos e a vontade da maioria das mães”.

O CENSURA ZERO produziu reportagem sobre o assunto, que teve grande repercussão na internet e nas redes sociais. Sem argumentos, o prefeito admitiu o erro e atendeu ao acordo original com a Comunidade do Bairro Porto.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA

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