Eleições 2020: Amaro Neto venceria em Vitória, se as eleições fossem hoje

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DIVULGAÇÃO - Segundo levantamento do Paraná Pesquisas, o deputado federal Amaro Neto (PRB) tinha a preferência de 27,6% dos eleitores de Vitória em junho deste ano.

Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas mostra que o deputado federal Amaro Neto (PRB) é a preferência do eleitor de Vitória. O levantamento foi realizado na capital entre 9 e 13 de junho e apontou que, de forma estimulada (quando são oferecidas opções) 27,6% dos eleitores elegeriam o parlamentar. Mulheres e pessoas entre 16 e 24 anos são os que preferem Amaro, de acordo com a pesquisa.

A segunda opção mais escolhida pelos eleitores foi “nenhum“, apontada por 14,1% dos entrevistados. Já entre os políticos o ex-deputado e dirigente do Sebrae-ES, Carlos Manato, que é presidente do PSL e foi candidato ao Governo do Estado pela sigla do presidente Jair Bolsonaro. Ele foi escolhido por 11,0% dos eleitores.

Também foram mencionados o deputado estadual Sergio Majeski (PSB – 9,5%), seguido por Fabricio Gandini (Cidadania – 9,1%), Delegado Lorenzo Pazolini (sem partido – 8,1%), Camila Valadão (PSOL – 5,4%), Jackeline Rocha (PT- 3,5%), Aridelmo Teireixa (PTB – 3,1%), e os vereadores de Vitória Clebinho (Progressista – 1,7%), Mazinho dos Anjos (PSD – 1,6%) e Roberto Martins (PTB – 0,1%). A opção “não sabe” alcançou 5,2% e “Nenhum” chegou a 14,1%.

CENÁRIO 2

Em outro quadro, sem o professor Aridelmo Teixeira e Roberto Martins, também estimulada, Amaro permanece com 27,6%, mas Manato (11,6%), Majeski (9,7%), Gandini (9,2%), Pazolini (8,4%), Camila Valadão (5,5%), Clebinho (1,9%) e Mazinho (1,7%) aumentam em pontos percentuais. Jackeline Rocha também segue com os mesmos 3,5%. Ela concorreu ao Governo do Estado, mas seu domicilio eleitoral é em Colatina. A opção “não sabe” alcançou 5,9% e “Nenhum” chegou a 15,1%.

CENÁRIO 3

Em um terceiro cenário, sem o delegado Pazolini, todos os demais nomes crescem. Amaro segue na primeira colocação com o apoio de 30,9% dos eleitores entrevistados. Ele é seguido por Manato (12,3%), Gandini e Majeski (10,3%), Camila Valadão (5,9%), Professor Aridelmo (3,9%), Jackeline Rocha (3,6%) e Roberto Martins (0,9%). A opção “não sabe” alcançou 5,7% e “Nenhum” chegou a 16,1%.

CENÁRIO 4

Tem um quarto cenário em que o deputado Sergio Majeski não está incluindo e foi acrescentado o vice-prefeito de Vitória, Sérgio Sá (PSB). Neste caso Amaro neto alcança 31,3%, Manato sobe para 13,2%, Gandini chega a 11,2%, Camila Valadão 7%, Professor Aridelmo 5,4%, Jackeline 4,5%, Sérgio Sá com 2,7% e Roberto Martins alcança 0,6%. A opção “não sabe” alcançou 6,5% e “Nenhum” chegou a 17,6%.

CENÁRIO 5

Num quinto fica de fora Amaro Neto, elevando o percentual de eleitores que elegeriam Carlos Manato: 15%. Contudo, neste caso, a maioria dos entrevistados escolhe as opções “Nenhum”, que chega a 22,8% e “não sabe” alcançou 7,6%. Em seguida, quem ganha vantagem é o delegado Lorenzo Pazolini (14,8%), que é seguido por Fabricio Gandini (11,5%), Sergio Majeski (11,1%), Camila Valadão (7%), Jackeline Rocha (5,5%), Aridelmo Teixeira (4,7%).

LUCIANO NA ESPONTÂNEA

O prefeito de Vitória, Luciano Rezende (Cidadania), está em seu segundo mandato no município de Vitória. E, portanto, não poderá concorrer nas eleições municipais de 2020. Contudo, pesquisa espontânea mostra que ele é o nome mais lembrado entre os eleitores.

Luciano Rezende e o deputado federal Amaro Neto (PRB), que protagonizaram o grande embata nas eleições de 2016, são os mais lembrados. O atual prefeito por 3,7% dos entrevistados, seguido pelo parlamentar, lembrado por 2,2%.

Também são lembrados, espontaneamente, o deputado estadual Fabricio Gandini, do mesmo partido do prefeito de Vitoria e apontado como aposta de Luciano Rezende para sua sucessão – 1,4% -, o ex-governador Paulo Hartung (1,1%), o ex-prefeito de Vitória João Coser (PT – 0,7%), o também ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas (Cidadania – 0,5%) e a Vereadora Neuzinha Oliveira (PSDB- 0,4%).

Os números, no entanto, são menores do que as opções “Não sabe”, que alcançou o percentual de 68,0%, e “ninguém” foi a opção de 18,8% das 802 pessoas entrevistadas.

CENSURA ZERO – REDAÇÃO MULTIMÍDIA | FONTE: ES HOJE

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