POR LUCINETE OLIVEIRA*

A vida se renova diariamente e, nessas renovações, ocorrem momentos de encontros, desencontros, avanços e retrocessos; e as mudanças vão acontecendo. Assim, vamos nos envolvendo e nos renovando a cada dia. Mesmo que não façamos muitas coisas, as mudanças, radicais ou não, ocorrem com o decorrer da vida.
E nesse caminhar, cercados de incertezas, vamos seguindo, tentando de forma sustentável promover um mundo melhor e nos projetando para ele; com a teoria de mudar velhas práticas, com ideias arcaicas, num “esperançar” de mundo melhor, onde as pessoas precisam de mudanças, enquanto “eu” estou bem do jeito que Deus me fez.
Mudanças supõem novas formas de agir e de pensar e, ao mesmo tempo, de organizar a realidade. Essas mudanças de hábitos e reorganizações de vida nos proporcionam enxergar um mundo além de nós, nos permitem um olhar para os lados e sentirmos a dor do outro, nos colocar no lugar do outro, entendendo que precisamos ser a mudança que os outros precisam.
O mundo não muda, mas pessoas mudam o mundo. Neste processo histórico de reclusão, inclusão, exclusão e um acúmulo de necessidades que resultaram nas transformações que vêm sendo contempladas pela atual sociedade, na qual processos de tratamento ditos “normais”, já não cabem mais. Menos eu, mais você, menos você e mais nós! “E não vos canseis de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos” (Gálatas 6.9).
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*Lucinete Oliveira é Professora. Graduada em Ciências Contábeis e Pós-Graduada em Gestão e Educação Ambiental, Educação Especial e Inclusiva e Políticas de Inclusão. Atualmente, cursa Licenciatura em Educação do Campo na Ufes.
Contatos: E-mail: lucinete_oliva@hotmail.com
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