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Home Desenvolvimento

Gestão desorganizada amplia passivos e fragiliza empresas

Falhas internas de controle e ausência de processos estão na raiz do avanço de disputas 

Redação Multimídia por Redação Multimídia
4 de fevereiro de 2026
em Desenvolvimento, Geral

A desorganização interna deixou de ser apenas um problema administrativo para se tornar um fator direto de risco jurídico para empresas brasileiras. Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que ações trabalhistas e execuções fiscais seguem entre os principais tipos de processos em tramitação no país.

Estudos do Sebrae indicam que falhas de gestão e ausência de planejamento estão entre as principais causas de mortalidade empresarial, especialmente nos primeiros anos de operação.

Para a advogada e empresária Mayra Saitta, fundadora do Grupo Saitta, boa parte dos conflitos empresariais nasce antes mesmo de qualquer disputa formal. “Os passivos não surgem do dia para a noite. Eles são construídos a partir de decisões reativas, controles frágeis e falta de processos bem definidos”, afirma.

A informalidade na gestão costuma se refletir em rotinas sem padronização, registros incompletos e ausência de integração entre áreas administrativa, contábil e jurídica. Esse cenário amplia a exposição a erros recorrentes no cumprimento de obrigações trabalhistas e fiscais, além de dificultar a tomada de decisão estratégica. “Quando a empresa cresce sem estrutura, o risco cresce junto”, diz.

Especialistas apontam que muitas organizações só percebem a gravidade do problema quando ele já se transformou em litígio. Nesse ponto, além do impacto financeiro, há desgaste operacional e perda de foco do negócio. “A correção sempre custa mais do que a prevenção”, observa a executiva.

Riscos jurídicos 

Antes de qualquer ação judicial, os conflitos costumam se formar dentro da própria empresa, de maneira silenciosa e cumulativa. Falta de clareza nas responsabilidades, ausência de processos documentados e decisões tomadas sem base em dados criam um ambiente propício ao surgimento de passivos.

Segundo Saitta, quando cada área atua de forma isolada, sem visão sistêmica, a empresa perde previsibilidade. “Gestão não é burocracia. É organização para reduzir risco e sustentar o crescimento”, afirma.

Prevenção jurídica

A estruturação da gestão interna funciona como uma camada de proteção para o negócio. Processos bem definidos, controle de prazos e registro de decisões reduzem falhas operacionais e fortalecem a empresa em eventuais disputas.

“Quando existe método, a empresa deixa de apagar incêndios e passa a agir de forma preventiva”, diz. Na prática, isso se traduz em menos multas, menos autuações e maior segurança jurídica.

Ações para organizar empresa

O primeiro passo não está em ferramentas sofisticadas, mas no diagnóstico da operação. A partir dessa análise, algumas ações iniciais fazem diferença:

  1. Mapear processos existentes, mesmo que informais;
  2. Identificar gargalos operacionais e pontos de risco;
  3. Estabelecer rotinas mínimas de controle e acompanhamento;
  4. Definir responsáveis e critérios claros de decisão.

Apoio especializado

A busca por empresas ou consultorias de gestão exige atenção à metodologia adotada e à capacidade de integrar diferentes áreas do negócio, uma vez que soluções isoladas tendem a resolver apenas parte do problema.

Nesse processo, é fundamental avaliar se a abordagem considera de forma integrada gestão, contabilidade e jurídico, além de evitar modelos genéricos que não dialogam com a realidade operacional da empresa.

Também é recomendável priorizar metodologias que promovam autonomia interna e previsibilidade, permitindo decisões mais claras e seguras ao longo do crescimento do negócio. “Gestão eficiente não engessa a operação. Ela dá clareza para o empresário decidir melhor”, afirma a executiva.

Benefícios e alertas 

Empresas que investem em organização interna tendem a reduzir passivos, melhorar a previsibilidade financeira e ganhar eficiência operacional. Além disso, fortalecem sua posição diante de parceiros, investidores e instituições financeiras.

O alerta, porém, é direto. “Quando a empresa ignora a gestão, ela não elimina o risco, apenas adia o problema. E, quando ele aparece, costuma ser maior e mais caro”, conclui.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA 

Tags: CNJempresasgestãopassivos

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