
POR ADRIANA BARBOSA*
Em um cenário corporativo cada vez mais acelerado e competitivo, a saúde emocional deixou de ser um tema opcional para se tornar uma prioridade estratégica.
Colaboradores emocionalmente equilibrados tendem a ter mais clareza mental, foco e capacidade de resolver problemas, o que impacta diretamente na produtividade e na qualidade das entregas. Ignorar esse aspecto é abrir espaço para o aumento do estresse, da ansiedade e até do absenteísmo.
Falar de saúde emocional no trabalho também é falar de relações humanas. Ambientes onde existe diálogo aberto sobre emoções, apoio mútuo e empatia favorecem a colaboração e reduzem conflitos.
Esse cuidado não significa eliminar desafios, mas sim criar condições para que as pessoas lidem com eles de forma saudável, mantendo a motivação e o engajamento.
Além disso, investir em saúde emocional é um gesto de valorização do capital humano. Empresas que promovem treinamentos, rodas de conversa e programas de apoio psicológico demonstram que reconhecem seus colaboradores como pessoas, não apenas como funções.
E quando o cuidado com o emocional é parte da cultura, o resultado é um ambiente mais saudável, inovador e sustentável a longo prazo.
*ADRIANA BARBOSA é bacharel em Direito, psicanalista, coach e autora do best-seller “Jornada da Abundância”. Siga no Instagram: @adrianabarbosa_psi
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