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Home Polícia Espírito Santo

Mecânico abre ocorrência e faz representação criminal contra policial militar por agressão, depois de acusação falsa de roubo na zona rural de São Mateus

Redação Multimídia por Redação Multimídia
17 de julho de 2020
em Espírito Santo, Polícia
febre amarela

O mecânico de motos Ronilson Martins, de 33 anos, registrou boletim de ocorrência no 13º Batalhão da Polícia Militar e representação criminal na 18ª Delegacia Regional de São Mateus contra um cabo PM por agressão e abuso de autoridade, depois de ser acusado de um suposto roubo. O fato ocorreu na segunda-feira (13/07) em Nestor Gomes, Distrito de São Mateus, e teve muita repercussão pelo fato de o envolvido ser bastante conhecido no local. Além disso, vídeos com o registro da confusão foram postados nas redes sociais. Uma moradora que apontou o mecânico pelo suposto crime também foi processada por ele por calúnia, difamação e injúria.

Ronilson procurou o portal CENSURA ZERO e relatou que, na tarde de segunda-feira (17/07), quando retornava à oficina de motocicletas de sua propriedade (Ronilson Motos) para trabalhar, foi abordado por dois policiais militares que atuam na região e teve uma arma apontada contra ele: “Eles [cabo Fidel e soldado Messenilton] alegaram que eu tinha roubado e me chamavam de ladrão. Eu tirei o capacete, me identifiquei para eles, me disseram que não queriam saber de nada, que eu estava sendo acusado de suposto roubo. Desci da moto e tirei o capacete. No que tirei o capacete, ele [cabo Fidel] mandou eu encostar na parede, entendeu? Encostei na parede, ele me fez a revista normal. Após acabar a revista e não ter encontrado nada comigo, ele me perguntou: ‘cadê a arma e cadê o roubo?’!”.

Ronilson descreve que tentou argumentar que havia um mal-entendido. “Eu virei para ele e disse: ‘Você está confundindo as coisas, eu não sou ladrão. Sou proprietário, o senhor está dentro do meu estabelecimento me acusando de uma coisa que eu não fiz’. No que eu virei as costas para o cabo Fidel, ele me desferiu um tapa na nuca. Foi quando eu falei para ele: ‘Rapaz, você bateu no cara errado, porque eu sou um trabalhador”, afirmou o mecânico, acrescentando que a cena foi presenciada por um cliente e um funcionário da oficina.

Segundo Ronilson, o militar afirmou que uma senhora que se identificou como R.de S., que mora próximo à escola do Km 41, o havia apontado como suspeito de um roubo. Conduzido à presença da autora da acusação pelos policiais militares, Ronilson disse que ela não soube explicar o que teria ocorrido: “Eles já tinham me batido. E, quando chegou lá, ela falou que outra mulher é que falou que teria sido roubada. Foi quando o cabo Fidel chamou essa outra senhora. Ela chegou e falou que eu não tinha nada a ver com a situação do roubo”.

O mecânico conta que a vítima foi incisiva em afirmar que não era ele o suspeito, atestando que Ronilson é trabalhador. Todas essas cenas foram registradas em vídeo pela irmã de Ronilson por meio de um celular. O fato gerou uma grande confusão, porque as pessoas da comunidade teriam saído em defesa de Renilson. Outras testemunhas também gravaram vídeos.

“A comunidade foi contra a senhora R. de S., por estar me acusando o tempo todo desse suposto roubo, que eu não sei o que é, e o policial por ter me agredido. Então, a comunidade se revoltou com a PM, porque, em momento nenhum, eu me neguei ao policial de me fazer a revista, não. Mas ele errou em ter me desferido um tapa. O tempo todo eu falei com que ele tinha mexido com o cara errado, e eu iria procurar meus direitos”, detalhou.

No relato ao CENSURA ZERO, Ronilson Martins disse que, quando a vítima assegurou que ele não era o autor do roubo, o cabo Fidel pediu para ele voltar à oficina de motos. “Dei meus documentos para ele, com meus dados, e depois ele me falou para eu poder tirar por menos, que o tapa que ele tinha me dado não passava de uma educação, que me pai não soube me dar. Foi uma coisa muito feia, que nunca aconteceu comigo. Constrangimento mesmo”, afirmou o mecânico, frisando que nunca foi acusado de roubo nem agredido pelo pai como ocorreu.  

ADVOGADA E PROVIDÊNCIAS

Ronilson Martins constituiu a advogada Camila Ebert, que o acompanhou no registro do boletim de ocorrência por abuso de autoridade e constrangimento público, relatando o tapa desferido pelo cabo Carvalho, e também foi providenciada a representação dos PMs na Polícia Civil. A advogada destaca que Ronilson registrou boletim foi ao hospital antes de fazer o exame de corpo de delito, que comprova a agressão sofrida.

“Com relação a R. de S., tem as providências são na esfera cível. Entraremos com processo já amanhã (sexta-feira, 17/07), com uma indenização por danos morais. E, na esfera criminal, por difamação e calúnia, com base no boletim de ocorrência. Vou representá-la mediante queixa-crime, para que ela responda criminalmente”, detalhou Camila Ebert, encaminhando cópias dos documentos ao CENSURA ZERO. Os relatos feitos à Reportagem constam dos depoimentos oficiais registrados pela Polícia Militar e pela Polícia Civil.  

–BOLETIM DO BOLETIM UNIFICADO-SESP:


–REGISTRO DA OCORRÊNCIA NA POLÍCIA MILITAR:

–REPRESENTAÇÃO CRIMINAL NA POLÍCIA CIVIL:

O OUTRO LADO

O CENSURA ZERO tentou contato com o Comando do 13º Batalhão da Polícia Militar para buscar informações sobre o caso, mas a ligação não completava no telefone fixo indicado (3767-7600). A Reportagem encaminhou, por mensagem eletrônica, as informações para a Diretoria de Comunicação Social da PMES e aguarda posicionamento oficial da corporação.

O CENSURA ZERO não conseguiu contato com o Cabo Fidel e com a moradora R. de S., para apresentarem suas versões sobre os fatos apresentados na reportagem. No entanto, disponibiliza espaço para que possam se posicionar a qualquer tempo.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA

Tags: acusação falsaagressãoboletim de ocorrênciamecânicorepresentação criminalSão Mateus

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