Moradores questionam serviço de tapa-buracos em São Mateus: ‘paliativo sem qualidade’

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ASCOM PMSM/DIVULGAÇÃO - Moradores da periferia destacam o improviso dos equipamentos (compactador de lata e vassoura doméstica) e o trabalho com o tempo chuvoso como fatores que contribuem para a baixa qualidade e ineficácia do serviço de tapa-buracos feito pela Prefeitura de São Mateus.

Moradores de São Mateus estão questionando a qualidade do serviço de tapa-buracos realizado pela Prefeitura de São Mateus, por meio da Secretaria de Obras, Infraestrutura e Transportes.

A assessoria de comunicação informa que os serviços de manutenção foi feito esta semana na Avenida França, que interliga os bairros Novo Horizonte e Vila Nova.

ASCOM PMSM – Há questionamentos de que o serviço é feito de forma improvisada, sem compactação e, em pouco tempo, o asfalto volta a apresentar problemas.

“Os serviços fazem parte do cronograma de limpeza e manutenção da Prefeitura de São Mateus, que já realizou ações semelhantes nos Bairros Aviação, Boa Vista, Novo Horizonte, Porto, Sernamby, Village e Vitória”, destaca a assessoria.

No entanto, há questionamentos de que o serviço é feito de forma improvisada, sem compactação e, em pouco tempo, o asfalto volta a apresentar problemas. “É um trabalho paliativo feito sem qualidade, apenas para dizer que está fazendo. Os restos de calçamento danificado são deixados no meio da rua”, afirma um morador do Bairro Sernamby.

SEM EQUIPAMENTOS E EPIs

Outro morador da Cidade diz ter constatado que o serviço é feito até com o tempo chuvoso, e com compactador improvisado. “Eles usam uma lata com concreto presa a um cabo de enxada e uma vassoura de uso doméstico. Não é feita a limpeza do trecho do calçamento danificado; e a brita usada com asfalta logo solta com o trânsito de veículos”, detalhou ao CENSURA ZERO.

ASCOM PMSM – A foto acima confirma a constatação de um morador do Bairro Sernamby: “É um trabalho paliativo feito sem qualidade, apenas para dizer que está fazendo. Os restos de calçamento danificado são deixados no meio da rua”.

Há observações de moradores também quanto à falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) dos trabalhadores que atuam no serviço de tapa-buracos. “Não tem uniforme, eles usam a própria roupa de casa ou fazem o reaproveitamento de uniformes de firmas que trabalharam antes. Sem falar dos equipamentos que usam”.

O OUTRO LADO

O CENSURA ZERO abre espaço para que a Prefeitura de São Mateus e a Secretaria Municipal de Obras, Infraestrutura e Transportes possam fazer os devidos esclarecimentos sobre o assunto abordado nesta reportagem.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO | REDAÇÃO MULTIMÍDIA | FOTOS: ASCOM PMSM

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