Receita Federal faz leilão de iPhones a partir de R$ 300

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A Receita Federal promoverá até o dia 2 de outubro um leilão com vários produtos apreendidos no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro.

Na lista, disponibilizada no site do órgão, há vários modelos de eletrônicos, roupas e acessórios. Entre eles, um iPhone 7 de 128 GB, com valor inicial de R$ 300, e dois iPhones 6 e 6S, a partir de R$ 500 (valor para o lote, com os dois juntos).

Para se ter uma noção do desconto oferecido, em uma pesquisa feita pela reportagem, o modelo do iPhone 7 (oferecido no lote 44) é vendido em lojas on-line por R$ 2.551, enquanto os modelos 6 e 6S, que são vendidos juntos no lote 43, não saem por menos de R$ 3.100.

Os dois lotes recebem ofertas de pessoas físicas, ou seja, qualquer um pode acessar o site da Receita e dar o seu lance. Vale lembrar que os valores apresentados são iniciais e usados como base. Ao longo do pregão, com os lances, o preço pode aumentar.

OUTROS ELETRÔNICOS NO LEILÃO

Além dos telefones celulares, outros itens eletrônicos fazem parte do leilão, como videogames, fones de ouvido sem fio, cabos e carregadores, todos destinados em lotes somente para pessoas jurídicas. Também vão a leilão 500 peças de roupas de marcas conhecidas e até vestidos de noiva. Ao todo, são 45 lotes, a maioria para compras com CNPJ.

Para fazer uma proposta, o consumidor deve ter mais de 18 anos. É preciso fazer um cadastro no site www25.receita.fazenda.gov.br, com CPF ou CNPJ, e ter uma certificação digital para dar os lances, o e-CAC. A inscrição para obter o certificado digital pode ser feita no mesmo site.

Os compradores que derem lance até 10% menor do que a melhor proposta passam para a segunda fase, em que podem oferecer novos valores. Essa etapa está marcada para o dia 3 de outubro, a partir de 10 horas.

AÇÕES FISCAIS

Procurada, a Receita Federal informou que os produtos leiloados são objetos de ações fiscais, cujos donos teriam a obrigação de pagar por eles, mas desistem do pagamento.

Por meio de nota, o órgão disse, ainda, que “a mercadoria é recolhida para assegurar o pagamento do tributo. E toda a receita vinda dos leilões é revertida para os cofres públicos do governo”.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA | FONTE: TRIBUNA ONLINE  

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