Tornozeleiras e prisão domiciliar para advogadas acusadas de envolvimento com traficantes

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FOTOS DE DIVULGAÇÃO - As acusadas Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton e Gabriela Ramos Acker deixaram o Centro Prisional Feminino de Cariacica.

Com o uso de tornozeleiras eletrônicas e prisão domiciliar determinada pela Justiça, as advogadas Gabriela Ramos Acker e Luezes Makerlle da Silva Rocha Izoton deixaram o Centro Prisional Feminino de Cariacica na noite desta terça-feira (3/09).

Elas foram presas durante a Operação Ponto Cego, que investiga advogados que transmitem ordens de líderes de facções criminosas que estão nas cadeias para seus cúmplices, do lado de fora.

CARTAS E BILHETES

Gabriela e Luezes foram presas no dia 20 de agosto, sob a acusação de escreverem cartas e bilhetes com os recados dos chefões de quadrilhas para seus comandados do lado de fora das penitenciárias.

O pedido de habeas corpus com prisão domiciliar ou transferência para sala especial foi feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES).

O advogado de Luezes, Ailton Ribeiro, aprovou a decisão. “É melhor do que ela estar acautelada. Ainda será julgado o mérito do habeas corpus. Até lá, ela vai ficar monitorada. Achei que foi adequada a medida cautelar aplicada”.

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA | FONTE: TRIBUNA ONLINE

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