O secretário municipal de Comunicação, Júnior Eler Alves Ramos, entrou com processo na Justiça em São Mateus rejeitando o chefe da milícia digital (gabinete do ódio), Dilton Oliveira Pinha, o Diltão de Daniel, que atua como assessor informal e porta-voz do prefeito Daniel Santana, o Daniel da Açaí (sem partido). Apesar de atuar escrevendo textos e cedendo a estrutura oficial da Secom-PMSM para a produção de fake news institucionalizadas distribuídas pela rede de páginas criminosa de Diltão, Eler busca fazer a Justiça ter outro entendimento. O gabinete do ódio tem o comando do próprio prefeito Daniel Santana, o Daniel da Açaí.
Ele ajuizou, em 15 de abril de 2019, procedimento no Juizado Especial Cível em desfavor do Portal SBN – Sistema Brasileiro de Notícias e do jornalista André Oliveira, demonstrando inconformismo com a reportagem intitulada “Daniel cala Comunicação e usa página de fake news para rebater denúncias de Carlos Alberto; pseudojornalismo é oficializado na Prefeitura de São Mateus”.
Respaldada nos princípios da Liberdade de Expressão com responsabilidade e da Liberdade de Imprensa, a matéria publicada em 15 de março de 2019 destaca que “o prefeito Daniel Santana deixou de usar as ferramentas legais e próprias da Prefeitura de São Mateus, gerenciadas pela Secretaria Municipal de Comunicação, e recorreu exclusivamente (e, mais uma vez, de forma antiética e antiprofissional) à rede de páginas produtoras e distribuidoras de fake news (notícias falsas) Boca no Trombone para rebater denúncias feitas da tribuna da Câmara Municipal pelo vereador Carlos Alberto Gomes Alves e também propagadas pelas redes sociais”.
A reportagem frisa que “o secretário de Comunicação, Júnior Eler, calou-se sobre os problemas apresentados, oficializando o pseudojornalista Dilton Pinha como porta-voz da administração municipal nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp, onde Diltão de Daniel apareceu em vídeo e com os rotineiros textos agressivos e mal-escritos, xingando o vereador de ‘mentiroso'”.
“Uma das denúncias de Carlos Alberto dava conta que a gestão de Daniel usou de “picuinha política” e, praticamente, expulsou uma empresa que atua no abastecimento de aviões anexa ao aeroporto de São Mateus ao não renovar o alvará de funcionamento dela. O parlamentar apresentou também, na sessão ordinária de terça-feira (12/03/2019), denúncia de que os itens de merenda escolar constatados na Escola Herinéia Lima e na Escola Ouro Negro, em Guriri, não são os mesmos informados pelo secretário municipal de Educação ao participar de sessão do Legislativo recentemente”, afirmava a reportagem publicada no Portal SBN.
Na matéria frisa que, “não se sabe se por conta própria ou por imposição”, o secretário municipal de Comunicação, Júnior Eler, manteve-se calado quando começaram a ser repercutidas nas redes sociais as denúncias do então vereador Carlos Alberto. “Eler não atendeu aos telefonemas feitos por veículos de imprensa em busca de esclarecimentos, inclusive os da Reportagem do Portal SBN“, salientou a reportagem.
No entanto, quem agiu como porta-voz da administração foi Diltão de Daniel, gravando vídeo com o então secretário municipal de Obras, Walter Pigati, nas proximidades do aeroporto de São Mateus, rebatendo a denúncia contra a empresa de Lucas Mota. Os dois acusaram a empresa de “furto de energia”, o que resultou em processo do empresário contra o criminoso contumaz propagador de fake news.
Júnior Eler sentiu-se ofendido porque a reportagem destaca que Diltão de Daniel, àquela época, respondia a cerca de 30 processos na Justiça do Espírito Santo e havia assumido, há algum tempo, as ações da Secretaria de Comunicação confirmando, em 3 de abril de 2019, a produção e a distribuição de fake news (notícias falsas) institucionalizadas no Poder Público Municipal em São Mateus.
ANDRÉ OLIVEIRA DISSE ‘NÃO’ À PROPINA
Representado por uma advogada nomeada na Prefeitura de São Mateus, Júnior Eler, por ter seu nome ligado a Diltão de Daniel, pede indenização de R$ 39 mil por danos morais ao Portal SBN. Paulo Fundão, o Paulinho do Camarão VG, era um dos advogados do veículo de comunicação à época. Depois, em 2021, que se tornou vereador e se associou a Daniel da Açaí, combinou a retirada do Portal SBN como um requeridos da ação, mantendo apenas o jornalista André Oliveira.
A ação foi ajuizada em abril de 2019, mas desde março daquele ano, André Oliveira havia se desligado da parceria com o Portal SBN por não aceitar propina de emissários do prefeito Daniel Santana para que o trabalho jornalístico sério, ético e imparcial fosse interrompido. André Oliveira fundou em 11 de abril, em companhia do publicitário Eduardo Ferreira, o CENSURA ZERO, que atuou nas redes sociais até 10 de julho de 2019, quando foi inaugurado o site, dando sequência ao trabalho jornalístico profissional.
Atualmente, o CENSURA ZERO é o único veículo de comunicação devidamente constituído que publica a verdade dos fatos envolvendo os desdobramentos da Operação Minucius, da Polícia Federal, e todas as etapas do processo de impeachment aberto contra o prefeito Daniel da Açaí na Câmara de São Mateus. As reportagens têm desagradado Daniel da Açaí e o presidente da Câmara Municipal, Paulinho do Camarão VG, ambos assessorados pelo gabinete do ódio que achincalha autoridades e cidadãos de bem em São Mateus e no Espírito Santo.
A audiência de instrução e julgamento da ação está marcada para esta quarta-feira (16/02), às 14h30, no Fórum Desembargador Santos Neves, em São Mateus.
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