O ambiente político-social está cada vez mais conturbado em São Mateus. Mantendo-se fiel a Daniel Santana (sem partido), o vereador Cristiano Balanga (PROS), que era líder do prefeito afastado, uniu-se à milícia digital (gabinete do ódio) ligada ao autointitulado ‘prefeito da periferia’ para ataques ao prefeito em exercício Ailton Caffeu (Cidadania) e vereadores que votaram a favor da abertura do processo de impeachment terça-feira (26/10), na Câmara Municipal.
Entre os parlamentares, os principais alvos do momento são Carlinho Simião (Podemos), que ficou na presidência da Comissão Processante que investigará a denúncia contra Daniel; Lailson da Aroeira (Solidariedade), confirmado como líder de Caffeu no Legislativo; e Adeci de Sena (Cidadania), que era da base mais próxima ao prefeito afastado, mas não cedeu à pressão do gabinete do ódio e também votou pelo recebimento da denúncia com pedido de impeachment apresentada por Léo Ribeiro.
Já apoiador do gabinete do ódio que assessorava a Secretaria de Comunicação na gestão de Daniel da Açaí, Balanga selou sua aliança à milícia virtual nas investidas contra o prefeito em exercício Aílton Caffeu nesta quinta-feira (28/10). Até então sem ação relevante de fiscalização do Executivo, o ex-líder de Daniel descobriu essa prerrogativa do vereador depois de dez meses de mandato, e com fins nada republicanos.
‘BUZINA DO MAL’
Cristiano Balanga, que foi definido como relator na comissão do processo de cassação de Daniel da Açaí, fez uma publicação em seu perfil no Facebook, compartilhada do site Portal Boca no Trombone, que integra o gabinete do ódio, atacando a atual gestão municipal: “Merendas(sic) estão apodrecendo e dinheiro público jogado no lixo por incompetência do atual prefeito”. Nas palavras dele, “centenas de kilos(sic) de merendas(sic) estão apodrecendo na Escola [Córrego Grande de Cima], pois a atual administração não permite que nem os Professores podem(sic) fazer refeição na Escola”.
Em comentário na rede social, o internauta Agnaldo Nunes corrige o vereador Balanga: “Me desculpa, não estou defendendo A e nem B, justo é justo. Mas a restrição em o professor não comer a merenda, começou na gestão anterior [de Daniel Santana], e não nessa [de Aílton Caffeu]”.
Balanga ilustra o texto com dois tomates parcialmente apodrecidos, um pedaço de pimentão e um talo de repolho retirados do compartimento de verduras/legumes da suposta geladeira da escola, sendo visíveis apenas as mãos que manuseiam os legumes. Outra foto mostra, de longe e do lado de fora, o prédio simples da escola rural.
Adepto do slogan ‘Bizinou é nóis’, Cristiano Balanga dá mostras de que aderiu à ‘buzina do mal’. O post evidencia que o vereador adotou dos criminosos virtuais o modus operandi desleixado (com a Língua Portuguesa), irresponsável (na apresentação dos fatos) e tendencioso (na propagação das informações sobre o assunto relevante).
VEREADORES ACHINCALHADOS
Junto com o vereador Kacio Mendes (PSDB), que também apoia o gabinete do ódio, Cristiano Balanga votou contra a abertura do processo de cassação do mandato do prefeito afastado Daniel Santana. No entanto, após a aprovação, lutou para ser definido relator da Comissão Processante, que tem Carlinho Simião como presidente e Pia como membro.
Presentes à sessão ordinária de terça-feira (26) para pressionar os vereadores na tentativa fracassada de barrar a abertura do impeachment, integrantes do gabinete do ódio enalteceram Kacinho e Balanga. Em contrapartida, vereadores que votaram pelo recebimento da denúncia contra Daniel estão sendo alvos da milícia virtual, com achincalhamento público com fake news. É o caso de Adeci de Sena, que está tendo até a família agredida; Carlinho Simião; e Laílson da Aroeira, este também com citação de familiares nas montagens criminosas.
NOTA DA REDAÇÃO
Em respeito e solidariedade às vítimas do gabinete do ódio, em número cada vez mais crescente, o CENSURA ZERO não reproduz os textos e as montagens com fake news propagados por essa milícia virtual que age nos ambientes virtual e físico em São Mateus e no Espírito Santo, acobertada por Daniel Santana, seis Vereadores e membros do Governo do Estado, inclusive com retaliações a este Veículo de Comunicação e sua Equipe. No entanto, os materiais de achincalhamento de autoridades e cidadãos de bem são guardados pela Direção de Jornalismo e Conteúdo para posterior entrega, em momento oportuno, à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao Judiciário. O CENSURA ZERO reitera que repudia, com veemência, essa prática reiterada de crimes físicos e eletrônicos que contamina o ambiente da Comunicação Social, notadamente na esfera pública, e prejudica a Sociedade Mateense!
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