EDITORIAL – Fake news com tragédia alerta Governo do ES para urgência no combate duro aos malfeitores da internet; São Mateus tem que entrar nesse radar!

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A lamentável divulgação de fake news envolvendo a tragédia ocorrida no Sul do Espírito Santo está levando o Governo do Estado a incrementar a luta contra os malfeitores da internet. Será um reforço e tanto para veículos de comunicação, como o CENSURA ZERO, e instituições sérias que combatem o desserviço prestado por produtores e divulgadores de notícias falsas na internet e nas redes sociais.

Mas, até aqui, constatamos poucos resultados efetivos por parte da Secretaria de Estado da Segurança Pública, da Polícia Civil, do Ministério Público Estadual e do Judiciário do Espírito Santo. É só observar o exemplo de São Mateus, onde a produção e a distribuição de fake news é feita de forma institucionalizada. Isto mesmo: com apoio do Chefe do Executivo e de secretários municipais, especialmente da pasta da Comunicação Social.

Com o apoio do Prefeito, o grande malfeitor da internet e redes sociais em São Mateus, que acumula uma infinidade de processos por crimes de calúnia, difamação, injúria, racismo, intolerância religiosa e achincalhamento de autoridades, é o braço direito da Secretaria de Comunicação na divulgação dos atos da Prefeitura de São Mateus. O CENSURA ZERO tem denunciado isso, até de forma solitária, porque, também por aqui, há veículos de comunicação, instituições e autoridades adeptos do argumento dos covardes: ‘Prefiro não me envolver’.

Nesta quinta-feira (23/01), o Governo do Espírito Santo, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), protocolou uma representação junto ao MPES pedindo a apuração da veiculação de fake news contra o Governo e o governador Renato Casagrande. O procurador-geral Rodrigo de Paula sustenta que as notícias falsas veiculadas nas redes sociais têm o objetivo de prejudicar o trabalho de assistência aos moradores e de reconstrução dos municípios atingidos pelas fortes chuvas na região sul do Espírito Santo.

O ofício da PGE pede a adoção de medidas judiciais ou administrativas contra as pessoas ou instituições que vêm divulgando notícias falsas em detrimento dos interesses sociais das pessoas atingidas e da imagem do Governador do Estado. A constatação do procurador-geral Rodrigo de Paula é a mesma que o CENSURA ZERO tem: “As fake news prejudicam não só os serviços estatais, mas também os trabalhos desenvolvidos pelas organizações da sociedade civil, todos imbuídos nessa árdua tarefa de reconstrução das cidades e assistência aos moradores”.

É lamentável que ocorra em um momento que a população de Iconha, Alfredo Chaves, Vargem Alta, Alto Rio Novo e adjacências precisa tanto da união de forças. Das pessoas, autoridades e instituições. E isso passa pela comunicação dos fatos, pela informação correta e segura, verdadeira, para orientar as pessoas e direcionar as ações de ajuda da sociedade civil organizada e do poder público!

Que o Governo do Estado, o Ministério Público Estadual, o Judiciário e demais instituições envolvidas reconheçam que as fake news já são praticadas há muito tempo com esse objetivo do submundo virtual e físico, como denominamos no CENSURA ZERO! Criminosos espalham inverdades buscando ‘ganhos’ políticos, distorcem situações, criam mal-estar institucional, prejudicam (e muito) a sociedade! É fato que a situação vem se agravando, precisa haver um ‘freio de arrumação’, e não pode passar despercebida a institucionalização desses crimes eletrônicos.

Em São Mateus, por exemplo, onde malfeitores que atuam com fake news já foram desmascarados, os processos são engavetados no Fórum Desembargador Santos Neves, a Polícia Civil se abstém das apurações com profundidade e os criminosos, apoiados por autoridades do Executivo, zombam das pessoas de bem e até de autoridades, abraçados à certeza da impunidade!

É muito bom constatar que a luta já assumida pelo CENSURA ZERO e instituições sérias de combate às fake news, agora, terá o apoio forte do Governo do Espírito Santo!

CENSURA ZERO – AQUI TEM CONTEÚDO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA

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